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sexta-feira, 24 maio, 2024

SP chega a 285 mortes e 573 mil casos de dengue

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O estado de São Paulo chegou a 285 mortes por dengue no domingo (14), e investiga 605 outros óbitos em decorrência da doença. As informações constam no painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde, que compila dados coletados desde o início do ano.
Foram confirmados até o momento 573.713 casos de dengue no estado de São Paulo, de um total de 1.224.696 de notificados como suspeitos. Entre os mais de 500 mil diagnósticos, 704 deles são de dengue grave.
Ao menos 87 cidades já registraram mortes por dengue desde o início do ano. A capital paulista concentra a maior parte delas (39 óbitos), seguida de Guarulhos (26), na Grande São Paulo, Jacareí (20), Taubaté (15) e São José dos Campos (11).
Apenas nove bairros da capital paulista não entraram em epidemia de dengue. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica uma região como epidêmica em dengue quando a taxa de incidência é de mais de 300 casos da doença por 100 mil habitantes.
Desde quinta-feira (11), a vacina contra dengue está disponível em todas as 471 unidades básicas de saúde (UBSs) da capital para a faixa etária dos 10 aos 14 anos. A cidade recebeu 185,9 mil doses do Ministério da Saúde.
Sintomas
Os sintomas da dengue podem variar de leves a graves e geralmente aparecem de 4 a 10 dias após a picada do mosquito infectado. As manifestações clínicas incluem:
Febre alta: a temperatura corporal pode atingir valores significativamente elevados, geralmente acompanhada de calafrios e sudorese intensa;
Dor de cabeça intensa: a dor é geralmente localizada na região frontal, podendo se estender para os olhos;
Dores musculares e nas articulações: sensação de desconforto e dor, muitas vezes referida como “quebra ossos”;
Náuseas e vômitos: podem ocorrer, contribuindo para a desidratação;
Manchas vermelhas na pele: conhecidas como petéquias, essas manchas podem aparecer em diferentes partes do corpo;
Fadiga: uma sensação geral de fraqueza e cansaço persistente.

Tratamento
O tratamento da dengue visa aliviar os sintomas e garantir a recuperação do paciente. Algumas medidas recomendadas pelo Ministério da Saúde incluem:
Hidratação adequada: a ingestão de líquidos é fundamental para prevenir a desidratação, especialmente durante os períodos de febre e vômitos;
Uso de analgésicos e antitérmicos: medicamentos como paracetamol podem ser utilizados para reduzir a febre e aliviar as dores;
Repouso: descanso é essencial para permitir que o corpo combata o vírus de maneira mais eficaz;
Acompanhamento médico: em casos mais graves, é crucial procurar assistência médica para monitoramento e tratamento adequado;
Evitar automedicação: o uso indiscriminado de alguns medicamentos, como anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e aspirina, pode agravar o quadro clínico, sendo contraindicado na dengue.

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