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sexta-feira, 24 maio, 2024

Itupeva terá 125 moradias financiadas pela CDHU

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Itupeva vai receber recursos para construção de 125 moradias, com previsão de entrega até 2026. O anúncio foi feito em evento do Governo do Estado realizado no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, na sexta-feira (26), com a presença do governador Tarcísio de Freitas.
A secretária de Obras e Planejamento Urbano, Joyce Modesto Aderaldo, representou o prefeito Rogério Cavalin na cerimônia e destacou a importância do anúncio.
“Déficit habitacional é um problema comum em todas as cidades e o investimento em moradias vai além das condições financeiras do município, então é sempre necessário que haja o investimento estadual ou federal. Para nós é uma ótima notícia e agora vamos trabalhar para que a construção das casas seja viabilizada o mais breve possível”, avaliou.
O prefeito Rogério Cavalin também celebrou a conquista. “É uma ótima notícia e já vamos começar a trabalhar para que tudo seja viabilizado o quanto antes. Agradeço também ao governador Tarcísio por essa atenção com nossa cidade”.
As residências serão construídas pela CDHU, em parceria com a Prefeitura, sendo que 25 delas serão do programa Vida Longa, para acolhimento de idosos em situação de vulnerabilidade.
“Cem por cento das demandas vêm das prefeituras. Nós fizemos um amplo levantamento do déficit habitacional de São Paulo, que está em torno de 956 mil unidades, e um mapeamento com outros parâmetros para definir com quanto cada prefeitura seria atendida neste primeiro momento. Mas serão feitos outros lançamentos e convênios com os municípios”, explicou o governador Tarcísio.
Com o sinal verde do governador, a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) vai formalizar parcerias com 200 municípios para construir as mais de 24 mil moradias na produção habitacional própria. O investimento será de R$ 4,6 bilhões, dos quais R$ 257,4 milhões para as 1,3 mil casas do programa Vida Longa.
O programa Vida Longa oferece pequenos conjuntos residenciais projetados para receber idosos com renda de até dois salários mínimos, preferencialmente sós ou com vínculos familiares fragilizados, mas com autonomia. Os projetos são desenvolvidos em parceria com as prefeituras.
Os municípios são responsáveis pela indicação de beneficiários, doação de terrenos e gestão e manutenção dos empreendimentos entregues pelo Estado. Com investimento público a fundo perdido, os moradores não pagam taxas de ocupação ou contas de água e luz dos imóveis, que permanecem classificados como equipamentos públicos.

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