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sábado, 2 março, 2024

Zagallo dá preferência ao caçula na distribuição de herança

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Mário Jorge Lobo Zagallo optou por beneficiar seu filho mais jovem em seu testamento, onde designou 62,5% de seus bens ao herdeiro caçula. O lendário ‘Velho Lobo’, que nos deixou em 5 de [mês], aos 92 anos, destinou os restantes 12,5% dos bens para serem compartilhados entre os outros três herdeiros.

A revelação foi feita inicialmente pelo portal Notícias da TV e posteriormente confirmada pela Itatiaia. A reportagem obteve acesso aos documentos pertinentes para a verificação da informação.

Em seu testamento, Zagallo expressa abertamente sua insatisfação com os outros três filhos: Paulo Jorge de Castro Zagallo, Maria Emília de Castro Zagallo e Maria Cristina Zagallo Ballester. O descontentamento é relacionado ao episódio em que os três contestaram judicialmente o pai no processo de herança após o falecimento de sua esposa, Alcina, em 2012.

“A escolha específica no testamento reflete uma profunda decepção com os outros três filhos, e é uma forma de reconhecimento pela dedicação e afeto constante de seu filho Mario Cesar. Esse apoio tornou-se especialmente significativo no período pós-morte de sua esposa, quando os três outros filhos se afastaram, deixando de oferecer atenção e carinho”, destaca uma parte do documento.

É relevante mencionar que os três filhos anteriormente buscaram a Justiça para contestar o inventário da mãe, resultando no arquivamento do processo em 2020 devido à improcedência do pedido de nulidade do inventário.

Quem foi Zagallo

Uma das maiores lendas do futebol, Mário Jorge Lobo Zagallo, faleceu no dia 5 de janeiro aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A confirmação da notícia veio por meio de uma nota divulgada em suas redes sociais.

Com uma trajetória notável como jogador e treinador, Zagallo desempenhou um papel crucial em quatro das cinco conquistas de Copa do Mundo da Seleção Brasileira. Participou como atleta em 1958 e 1962, como técnico em 1970 e como coordenador técnico em 1994.

Como treinador, Zagallo detém o recorde de jogos pela Seleção, totalizando 131 partidas em três períodos distintos (1967-1968; 1970-1974; 1994-1998). Além de liderar a equipe principal, ele também comandou a Seleção Olímpica em 1996, acumulando 154 jogos com 114 vitórias, 28 empates e 12 derrotas.

O “Velho Lobo” também exerceu a função de coordenador técnico na CBF em duas ocasiões diferentes: de 1991 a 1994 e de 2003 a 2006, quando o Brasil era treinado por Carlos Alberto Parreira. Nesse cargo, contribuiu para 96 jogos, alcançando 53 vitórias, 32 empates e 11 derrotas. Seus feitos incluem a conquista da Copa do Mundo em 1994, da Copa América em 2004 e da Copa das Confederações em 2005.

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