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quarta-feira, 6 julho, 2022

Prefeitura realiza a Semana de Mobilização Contra Hanseníase

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Doença, antigamente conhecida como lepra, é causada pela bactéria Mycobacterium leprae e atinge principalmente a pele, nervos, olhos e nariz

A Prefeitura de Louveira realiza entre os dias 17 e 24 de janeiro a Semana de Mobilização Contra Hanseníase. A Campanha é chamada de Janeiro Roxo e proposta pelo Ministério da Saúde. Durante a semana, as UBSs (Unidade Básica de Saúde) estarão conscientizando a população através de folders e cartazes sobre os sintomas, riscos e tratamento. A Prefeitura também fará divulgação de material de conscientização em suas redes sociais.

A hanseníase, antigamente conhecida como lepra, é causada pela bactéria Mycobacterium leprae, e atinge principalmente a pele, nervos, olhos e nariz. Ela infecta todas as pessoas, independentemente do sexo e da idade. O paciente pode sentir dores pelo corpo, além de perder força muscular e a sensibilidade da pele, podendo causar incapacidades físicas permanentes, especialmente nas mãos, pés e olhos.

A hanseníase não mata, mas pode causar incapacidade física permanente. No Brasil há uma média de 30 mil casos ao ano. Em Louveira, não houve casos registrados no ano de 2020 e atualmente segue con um caso em tratamento.

A doença se manifesta na pele em forma de manchas esbranquiçadas, amarronzadas, e acastanhadas. A sensibilidade da pele é alterada, podendo até mesmo perder totalmente durante a infecção. Formigamentos e dormência nos pés e mãos também podem estar presentes.

Cada pessoa pode ter um tipo de hanseníase diferente, que depende da forma que o organismo combate a bactéria, podendo ser: hanseníase tuberculóide, hanseníase virchowiana, hanseníase borderline e hanseníase indeterminada.

A doença é transmissível por gotículas que saem na fala, tosse e espirros. A transmissão ocorre através do contato próximo e prolongado (meses) com um doente que não está sendo tratado. Estima-se que a maioria da população possua defesa natural (imunidade) contra esta bactéria e, portanto, a maior parte das pessoas que entrarem em contato não vão desenvolver a doença. Não existe vacina específica contra hanseníase. O tempo da infecção até os primeiros sintomas aparecerem (período de incubação) é em média de 2 a 7 anos. Após os sinais aparecerem, eles progridem lentamente.

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