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segunda-feira, 20 setembro, 2021
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“O Esquadrão Suicida” entrega diversão (e violência) sem compromisso

Chegou neste domingo (12) ao streaming da Warner Bros, o HBO Max, o famigerado “O Esquadrão Suicida” (2021) dirigido pelo outrora controverso e polemico James Gunn, que após dirigir dois filmes da franquia “Os Guardiões da Galáxia” para a Marvel Studios / Disney, foi demitido após o resgate de tuites polêmicos do diretor, de aproximadamente 10 anos atrás. Gunn encontrou refugio então na concorrência, que deu (aparentemente) carta branca para que o talentoso diretor pudesse escolher seu novo projeto dentro dos personagens do panteão da DC Comics e propositalmente, James Gunn escolheu dirigir a sequencia (disfarçada de soft reboot) de “Esquadrão Suicida”, outro projeto polemico do estúdio que ganhou as telas de cinema em 2016, com direção de David Ayer. Por fim, Gunn cheio de moral, vou recontratado pela Disney, vai entender, né?

James Gunn ensaia com parte do elenco, a cena de abertura de “O Esquadrão Suicida”.

“O Esquadrão Suicida” (2021), pra resumir: Uma “Sessão da Tarde” com vilões completamente e absolutamente ridículos da DC Comics, totalmente voltada para o público adulto, fã desse gênero. Pra pessoas que tipo, amaram “Deadpool” (2015) manja? E muito se engana quem acha que isso que eu disse é necessariamente ruim (no caso, nem é não, posso garantir). Na trama, o famigerado Esquadrão Suicida, grupo de super-vilões é enviado para um pais que vive sob um regime ditatorial na América do Sul (um país fictício, no caso) para impedir vilões maiores ainda (e mais algumas coisinhas!) e quem sobreviver, tem a pena reduzida (e eventualmente, fica mais próximo de ganhar a tão sonhada liberdade outra vez.

O filme entrega o esperado (por mim, ao menos): diversão sem compromisso algum, com absolutamente nada. Um gibizão colorido, violento e tosco, “dividido” em capítulos que entregam 2 horas de ação escapista, bem filmada pelo James Gunn (que também escreveu o filme do jeito que quis). Uma “Graphic Novel” audiovisual. E é isso. Só isso, na real! A proposta era justamente essa e o James Gunn sabia que tinha bala na agulha para entregar um filme assim, mesmo que com personagens horrorosos e esquecíveis nos quadrinhos (ponto pra ele).

Figurinos propositalmente exagerados e fiéis aos quadrinhos de “O Esquadrão Suicida”: nas páginas da DC para as telonas e telinhas (do streaming)

Como a violência exacerbada e humor que o James Gunn gosta de fazer (o cara é meio polemico, lembram?) , podem não agradar todo mundo, eu digo: Confira por sua conta e risco, não recomendo pra todo mundo (principalmente pelo humor ácido e tonto, que me fez dar risada poucas vezes. A idade está batendo, eu sei). Ainda em tempo: Tem cena pós-créditos! Uma delas te leva para a a série do Pacificador, personagem vivido por John Cena, que em 2022 estreará no próprio HBO Max, inclusive. Então, fica a dica, principalmente para quem gostar do personagem.

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Felipe Gonçalves é apresentador do canal Sessão Set e do Novo Dia Notícias

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