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quarta-feira, 7 dezembro, 2022

60% dos brasileiros que desejam comprar um carro em 2023 estão de olho em veículos elétricos ou híbridos

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Como estará o mercado automotivo em 2023? Uma pesquisa feita pela 123Seguro, plataforma digital de seguros, apontou que a maioria dos brasileiros que pretendem comprar um carro no próximo ano estão de olho em veículos híbridos. 37% das pessoas disseram preferir modelos que combinam motores elétricos e a combustão, enquanto 26% deseja carros movidos à gasolina, 23% automóveis elétricos, 12% flex e apenas 2% a gás. Para obter as informações, a empresa entrevistou motoristas de todo o país que estão inseridos em sua plataforma. 

Entretanto, os dados que apontam os “desejos” dos brasileiros divergem da atual situação do país. A maior parte dos entrevistados utiliza carros movidos a gasolina (52%) e flex (32%), enquanto apenas 9% utiliza a versão híbrida. 

“Há muito tempo se discute se os carros movidos a gasolina realmente vão chegar ao fim. Entretanto, ano após ano, vemos a continuidade na preferência dos motoristas por esse tipo de modelo. Decidimos elaborar uma pesquisa para entender como estão as preferências da população brasileira quanto aos tipos de automóveis e notamos que muitas pessoas estão de olho no modelo híbrido”, conta Marcelo Biasoli, Country Manager da 123Seguro. 

De acordo com o levantamento, o principal obstáculo em comprar um carro híbrido é o custo (63%), seguido da falta de infraestrutura de abastecimento (25%), incerteza tecnológica (7%) e a limitada disponibilidade e escolha dos modelos. 

“Vemos que, na Europa, o efeito Tesla já está acontecendo. Os carros elétricos ganharam o gosto da população e estão ficando cada vez mais populares. Isso aponta uma tendência que está cada vez mais próxima de chegar aqui no Brasil”, explica Marcelo. 

Além do tipo de motores dos veículos, o estudo feito pela 123Seguro também analisou as tendências tecnológicas para o mercado de seguros. Quando questionados sobre o monitoramento da direção dos automóveis pelas seguradoras, 82% dos entrevistados disseram que se sentiriam confortáveis ou muito confortáveis. Os principais motivos incluem as possíveis ocasiões: se o carro quebrasse na estrada e o provedor de assistência pudesse acessar remotamente a localização e status do veículo (68%), se o motorista pudesse obter um preço de seguro com base nos quilômetros percorridos (18%), se a oficina local precisasse acessar os dados do carro remotamente (7%) e outro motivo (7%).  

“Os dados coletados apontam que a segurança do motorista e do seu carro estão à frente da privacidade. As pessoas não se importam em compartilhar informações se elas serão benéficas para resolver dores de cabeça”, finaliza Marcelo. 

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