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quarta-feira, 26 janeiro, 2022
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Médicos ameaçam parar UPA de Várzea Paulista

Nesta quarta-feira (01) a Instituição Social Saúde Resgate à Vida, gestora da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Várzea Paulista, participou da audiência de conciliação de uma ação trabalhista em que foi condenada ao pagamento da dívida precatória. Como a instituição não aceitou os termos do acordo, o processo continuará, assim como o bloqueio de suas contas. 

Sem acordo, a instituição fica impedida de  receber os pagamentos de nenhum de seus contratos de administração hospitalar em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio de Janeiro. No total, aproximadamente 15 médicos que atuam na UPA e na UCC do município, além de prestadores de serviços estão com o pagamento comprometido.

O que diz a Prefeitura

Em nota, a assessoria de imprensa informou que está tomando todas as providências possíveis para que a população não fique sem atendimento. “Já conversamos com a diretoria da ISSRV que nos disse que os pagamentos dos médicos serão efetuados até terça-feira (7), mas de qualquer forma estamos providenciando medidas que possam garantir que a população não fique sem atendimento”, disse o Gestor Municipal de Saúde, André Oliveira.

UPA tem a mesma administração desde 2019

Administrando a UPA desde dezembro de 2019, a ISSRV recebe algo em torno de R$1,4 milhão por mês e deve prestar serviços de atendimento de urgência e emergência, 24 horas, 7 dias da semana, incluindo casos como cortes, fraturas, traumas, infartos e derrames, além de gerir também a Unidade de Combate ao Coronavírus, cri

OMS alerta: pessoas que já tiveram covid-19 podem adoecer devido à omicron

Durante uma entrevista coletiva do departamento da África da Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta quinta-feira (2), pesquisadores alertaram que os anticorpos gerados após ter o coronavírus não evitam que a pessoa seja infectada novamente com a variante ômicron.

Ainda na semana passada, pesquisadores sul-africanos anunciaram que uma nova variante do coronavírus havia sido detectada, o que gerou pânico global. 

Ainda existem muitas incertezas sobre as características do ômicron, como sua capacidade de propagação e sua resistência às vacinas. 

“Achamos que um contágio anterior não protege contra o ômicron”, disse Anne von Gottberg, especialista em doenças infecciosas do Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis da África do Sul (NICD).

As conclusões das primeiras investigações revelam que as pessoas que já tiveram contato com o coronavírus podem se reinfectar devido a essa mutação do vírus, possivelmente com sintomas menos graves, conclui a pesquisadora.   

No entanto, as vacinas devem permanecer eficazes contra as formas graves da doença, disse ela.

A variante já está presente em pelo menos 22 países e, na África, o número de casos oficiais da covid-19 aumentou 54% nos últimos sete dias em relação à semana anterior. Há duas semanas, o continente registrava 300 novos casos por dia. Na quarta-feira, registrou 8.561, em comparação com 4.373 na terça-feira.

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