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quarta-feira, 16 junho, 2021
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Teste para covid-19 não prova proteção vacinal

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta que os testes para diagnóstico de covid-19 disponíveis no mercado não devem ser utilizados para atestar o nível de proteção contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) após a vacinação contra a doença, já que estes testes não têm essa finalidade. 

De acordo com a Anvisa, a população precisa estar ciente que os produtos atuais registrados no Brasil possibilitam apenas a identificação dos infectados pelo Sars-Cov-2. “Os testes disponíveis não foram avaliados para verificar o nível de proteção contra o novo coronavírus”. 

A Anvisa ressalta também que, mesmo quando usados para finalidade correta, os resultados fornecidos pelos testes só devem ser interpretados por profissionais de saúde.

A Agência explica que não há embasamento científico que correlacione a presença de anticorpos contra a Sars-Cov-2 no organismo e a proteção à reinfecção. Portanto, nenhum resultado de teste de anticorpo (neutralizante, IgM, IgG, entre outros) deve ser interpretado como garantia de imunidade e nem mesmo indicar algum nível de proteção ao novo coronavírus. 

Um vírus pode produzir resposta imune multifatorial incluindo, dentre outras ações, a participação de diferentes ancorpos que vão atuar em conjunto para combater a infecção viral. No entanto, apenas uma fração desses ancorpos é capaz de realizar a neutralização do vírus e impedir a infecção de novas células. Esses ancorpos são chamados de ancorpos neutralizantes e se desenvolvem em resposta à infecção viral ou à vacinação. 

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