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terça-feira, 18 janeiro, 2022
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“Super-Heróis da Netflix” não empolgam em O Legado de Júpiter

Chegou nesta sexta-feira (7) diretamente na Netflix, “O Legado de Júpiter” (Jupiter’s Legacy), série que adapta os quadrinhos homônimos criados por Mark Millar em 2013 (autor de Kingsman e Kick-Ass) e que apresenta aqui uma legião de super-heróis que combatem o crime e a maldade praticamente durante um século e que enxergam em uma velhice tardia, que talvez seus filhos (que também tem poderes) não consigam suportar tanto peso desse legado grandioso (e de muita responsabilidade). Confesso para vocês que eu nunca tinha ouvido falar desses quadrinhos até o anúncio da série.

Primeiras impressões:

Eu pude conferir o episódio piloto (de um total de 8 episódios de 1 hora, todos disponíveis de uma vez, no melhor estilo “para maratonar” que a Netflix gosta) e confesso que já comecei a identificar alguns problemas que talvez perdurem a temporada toda: efeitos visuais não convencem, maquiagem esquisita, história sem grande inovação e elenco com pouca inspiração. Em suma, de fato, eu que não estava muito empolgado pra assistir a série (pois ando fugindo de produções genéricas de super-heróis) resolvi dar uma chance e estou sinceramente pensando se vale a pena insistir, assistindo mais 1 ou 2 episódios. Ao que tudo indica, talvez não vejamos grandes cenas de ação tampouco o aprofundamento dessa questão do legado (que justamente dá nome à série) passado o bastão de pais para filhos, e os clichês que essas discussões sempre trazem, afim de que os descendentes trilhem seu próprio caminho no fim das contas, ao invés de simplesmente tentar imitar os feitos de seus antepassados. Quantas vezes já vimos histórias desse tipo? Incontáveis, eu diria.

O trio de protagonistas de O Legado de Júpiter, da Netflix.

Essa, que parece ser a primeira empreitada de muitas, tira do papel o acordo feito entra a Millarworld (empresa de Mark Millar) e a Netflix, que firmaram contrato de exclusividade para adaptar as obras em quadrinhos diretamente para o serviço de streaming. Tudo vai depender agora da resposta do público e critica, para sabermos se “O Legado de Júpiter” será de fato renovado para uma segunda temporada (ou um segundo volume, como na nomenclatura adotada pela série) ou se simplesmente o “Mundo de Mark Millar” vai partir em outra direção dentro da gigante do streaming. Agora é aguardar para saber mesmo.

Felipe Gonçalves
Apresentador e Colunista do Novo Dia Geek

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