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quinta-feira, 25 fevereiro, 2021

O que é Esquerdismo (parte 3)

“Os homens não têm respeito pelos outros” e “Quem deseja o fim não pode condenar os meios”, são frases ditas por Leon Trotsky. Intelectual marxista e chefe do sanguinário Exército Vermelho que impôs o comunismo na União Soviética em 1917. Tornou-se rival do ditador burocrático Stalin (que é acusado de mandar matá-lo com uma picaretada na cabeça, em 1940). Comunistas e afins são inimigos que resolvem suas divergências matando-se uns aos outros. Josef Stalin é acusado de matar todos os parentes (produtores rurais) de Trotsky. O chefe vermelho defendia uma revolução mundial, enquanto Stalin só queria massacrar os russos. Trotsky fugiu para o México. Acolhido pela bigoduda pintora Frida Kahlo, foi morto por Ramón Mercader, condecorado herói da União Soviética, que faleceu em 1978, aos 65 anos em Cuba. Na história do mundo, quais ditadores mataram mais? O comunista Mao Tsé-tung assassinou 77 milhões; Stalin, 43 milhões; Adolf Hitler (nacional-socialista), 20 milhões. Outros sanguinários socialistas foram Saddam Hussein, Pol Pot (Khmer Vermelho), Idi Amin Dada e Kim Jong-il (pai de Kim Jong-um).

Segundo Fernando Haddad (PT): “Hitler e Stalin fuzilavam os inimigos, mas Stalin lia seus livros antes de fuzilá-los”.  As divergências mortais vêm desde as feministas Clara Zetkin (1857- 1933), alemã deputada comunista que dirigiu a revista Igualdade e inventou o Dia da Mulher, a russa fazendeira Alexandra Kollontai (exilada por Stalin, por 20 anos, entre a Noruega e o México), Rosa Luxemburgo e a anarquista Emma Goldman. Elas reivindicavam igualdade para as mulheres mas discordavam no direito ao voto, salários iguais, divórcio e aborto. A feminista Betty Friedan (1921 – 2006), autora de A Mística Feminina, era marxista, abortista e judia (acreditava em Deus, pasmem). Na prática, a “unidade teórica e ação comum” são conflitos sem fim, facções e sectarismos. Teóricos revisionistas e pós-marxistas deram o título de “o pai da Nova Esquerda” para Marcuse. No entanto, todos eles discordam ora de Stalin, ora de Lenin, Mao, Fidel e do próprio Marx.

Na confusão, a “massa alienada” passa a seguir qualquer antiCristo, desde Antonio Gramsci até Marshall McLuhan e Timothy Leary, o usuário e divulgador da droga LSD. McLuhan, teórico canadense, ficou conhecido por prever, 30 anos antes, algo como a internet. Também ganhou fama por dizer “O meio é a mensagem” e “aldeia global”. Foi estudioso do marxismo, da contracultura, da sociologia tecnológica e midiática. Escreveu 15 livros “plagiando” autores famosos como James Joyce e Carl Jung (O Clichê e o Arquétipo). O Meio é a Massagem (sic) é uma bricolagem de textos e imagens, contendo páginas cheias de palavras e outras em branco. É um dos “crush” (paixão) da nova esquerda mundial. 

Nota-se que os pensadores estrangeiros são cruéis mas cultos. Já os México abaixo são incultos e bandidos. Nicolás Maduro é um motorista presidente da falida Venezuela. “Um passarinho deu três voltas em mim: era o espírito do camarada Hugo Chávez, quando eu dormia em seu túmulo”, disse Maduro. O pensador brasileiro, ex-deputado BBB, Jean Wyllys, em 2017 no Foro de São Paulo, se irritou com Maduro: “É a loucura de um regime que está podre há tempos”. A filósofa Márcia Tiburi, candidata do PT no Rio, disse “eu sou super a favor do anal… e do assalto”. Outra filósofa do lulismo, Marilena Chaui, vive dizendo “eu odeio a classe média… quem defende a família é uma besta”. A deputada Erika Kokai (PT) disse (culpando Eduardo Cunha): “a partir da ideologia de gênero, eliminação da família, nós construiremos uma sociedade incestuosa; cristãos são ignorantes”. E o Ali Baba Lula diz “essas é nossas mulhé de grelo duro”…

Galdino Mesquita

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