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quarta-feira, 27 janeiro, 2021

Jundiaí supera a marca de 500 mortes por Covid-19

A Prefeitura também informou que o número de atendimentos a pessoas com sintomas de síndrome gripal aumentou em 54% na primeira semana de 2021

Jundiaí superou a marca de 500 mortes em decorrência da Covid-19. De acordo com o último boletim epidemiológico emitido pela Prefeitura na segunda-feira (11), a cidade registrava mais de 19 mil casos da doença e 502 óbitos. A taxa de ocupação dos leitos Covid-19 estava em 72% na rede pública e 72% na rede privada.

Em nota, a Prefeitura de Jundiaí lamentou a perda das 502 vidas e pede a população que se previna. “A Prefeitura de Jundiaí sensibiliza e solidariza com todas as famílias que perderam seus entes queridos. O período exige que as medidas de prevenção ao novo coronavírus sejam intensificadas, com o uso de máscaras, higienização das mãos, isolamento e distanciamento social para conter a disseminação do vírus, enquanto a nação aguarda pela disponibilização das vacinas contra Covid-19.”

Aumento – A Prefeitura também informou que o número de atendimentos a pessoas com sintomas de síndrome gripal aumentou na primeira semana de 2021. Ao todo, 3.045 pessoas passaram em um dos serviços de Saúde do município entre os dias 3 a 9 de janeiro. Este é o maior número de atendimento em sete dias desde o início da pandemia. O impacto é reflexo das contaminações ocorridas nas últimas semanas do ano passado, durante as festas.

De acordo com a Prefeitura, houve um aumento de quase 54% nos atendimentos por síndrome gripal, em comparação com a semana anterior, quando foram registrados 1.978 atendimentos. ”A previsão que vínhamos mostrando ao longo das semanas de dezembro se concretiza com o elevado número de pessoas que buscaram pelos serviços de Saúde apresentando, febre, dor de garganta, cabeça, dor no corpo, tosse e falta de ar na primeira semana deste ano. É fundamental que a população intensifique as medidas sanitárias para reduzir a circulação do vírus, e consequentemente, a contaminação”, ressalta a gestora adjunta da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), Dayane Martins.

A segunda pior semana em número de casos foi em novembro de 2020 (06/11 a 12/11), com 2.757 pessoas em busca de atendimento pelos sintomas que podem caracterizar o novo coronavírus. Durante o primeiro pico, o período de maior número de atendimentos foi em 21/06 a 27/06 com 2.661 usuários.

O vírus Sars-CoV-2, causador da COVID-19, demora até 15 dias para mostrar os primeiros sinais e uma semana para complicação do quadro com a necessidade de internação.

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